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quinta-feira, 4 de junho de 2020

Mãe- reflexão



Estimados amigos. Gostaria de chamar a atenção para esta Crônica que escrevi em 2016.
Vamos aproveitar a quarentena para conhecermos um pouco de nós mesmos e reforçar os laços afetivos dos familiares, para efetivamente alcançarmos a mudança que tanto almejamos.
Jane



Mãe- 2016
Hoje acordei com saudades de aconchego humano. Aquele aconchego que tínhamos nos anos 60, onde a cidade em que vivíamos era uma comunidade, como uma grande família.
Tínhamos por assim dizer: uma consciência grupal.
Assim como a ciência foi subdividindo a célula, o homem foi subdividindo os seus laços afetivos.
Nestes 50 anos este processo foi muito doloroso para todos nós que nascemos no meado do século passado, que, vimos e vivenciamos toda esta transformação.
As pessoas foram se espalhando, se ocupando, restringindo cada vez mais o seu espaço, tempo e cada vez mais os seus contatos físicos.
A cidade era uma grande célula, depois foi subdividida em grandes famílias, depois se limitando ao núcleo do convívio familiar: pai, mãe, filhos e netos.
Cada vez mais a Ciência e o Homem se isolando até penetrarem no seu  DNA.
Penso ter sido necessária esta fragmentação, para chegarmos ao núcleo da célula e ao âmago da nossa consciência, esta cada vez mais intrínseca e individualizada, afim, de defrontarmos  com os nossos medos,credos e valores.
Afinal: Quem sou eu para mim mesma?
Neste dia das mães, quero chamar a atenção de todas as mães e mulheres para que não esqueçam que somos este DNA, não só somos, mas também somos as mantenedoras deste DNA.
Necessitamos manter firme o nosso DNA, através dos afagos, abraços e trocas afetivas com os nossos familiares.
Necessitamos tornar  estas manifestações e laços cada vez mais intensos e conscientes para podermos com a consciência lúcida e clara reconstituirmos e expandirmos este conviver  social, sendo um na comunidade  de todos.
Necessitamos preencher e revigorar a nossa alma e as dos demais que nos cercam,
assim como Maria, pura e imaculada .
Feliz dia das mães para todas vocês.
Abraço
Jane

domingo, 24 de maio de 2020

Pandemia

Pandemia
Estamos no pico da pandemia,
 O que muito nos angustia.
 Necessitamos nos resguardar, Para nossa missão continuar.

 É necessário o isolamento,
Para não contaminarnos.
 Apesar do sofrimento,
 De termos que afastarnos.

 Aos olhos de Deus,
Todos somos importantes.
 Muitos não se despediram.
 Oremos então para todos que partiram.

Jane Baruki Ferreira.

quarta-feira, 13 de maio de 2020

ALICITAS

  ALICITAS
     Lua
        Universal
           Natural
              Amor
                Maternal
                   Apaixona
                      Poeta
                        Observador.
                     

 ALICITAS
 Aprender
   Pensar
     Escola
       Socializar
         Ocasiona
           Cidadania
             Integração
              Nacional.

        ALICiTAS
 Tempo
   Engana
     Nuvem
        Ultrapassa
           Logo
             Ocupe-se
               Caso
                 Acabe.

ALICITAS
 Saudades
   Amarga
     Meu
        Eu
          Ungindo
            Névoas
              Entrelaçadas
                 N 'Alma.

ALICITAS
Comunicação
  Opera
      Psique
         Social
            Onde
                Navega
                    Argumento
                       Retromental.
           



ALICITAS
 Criança
    Recordações
        Encantos
           Nuances
               Únicos
                   Norteadores
                       Organizadores
                          Reguladores.
       Jane Baruki Ferreira

sábado, 9 de maio de 2020

Mãe -2020


                                              Mãe – 2020
                                                Jane
Mãe Terra dos Homens,
acolheu-nos com todos os seus bens.
Provendo-nos todas as necessidades,
sem distinção, com igualdade.

Maria! mãe Terra,
Mãe de todas as mães,
assumiste esta função,
com amor e devoção.

Alteramos tudo e todos,
com ganância e vaidade.
Sofremos hoje as consequências,
desta vã ambiguidade.

Rogo Mãe Maria!
Despertai a humanidade,
deste sonho ilusório,
que cultiva só a mortalidade.

Fecunda em nossa Alma,
amor em abundância.
Veneração a Terra.
Aos homens: respeito e dignidade.

quinta-feira, 16 de abril de 2020

Efeito - Pandemia

Efeito - Pandemia
Necessitou o país passar por uma pandemia para as pessoas e principalmente os governantes perceberem a precariedade da grande parte do povo brasileiro. Me pergunto: Se a maioria não tem conta em Banco, Se a maioria não tem CPF, Se a maioria não tem celular, Muito menos sabe lidar com estes aplicativos da vida, Onde até eu mesma tenho dificuldade, Como este povo vai poder receber este auxílio que tanto necessita? Só peço aos responsáveis administrativos que ajudem toda esta população semianalfabeta a regularizar sua situação quanto aos documentos necessários para que possam ser reconhecidos como cidadãos brasileiros , podendo assim constar nas estatísticas do Brasil. Enfim, reconhecerem a dignidade de seres humanos desta população. Deixando de olhar para o seu próprio umbigo se reconhecendo no outro. Jane Baruki Ferreira

sábado, 4 de abril de 2020

Páscoa - 2020

Páscoa -2020 Meus queridos amigos. Sempre que posso , assisto o programa: "Provocações " da TV Cultura. Gosto e acho muito interessante. Como estamos na época "Páscoa ", onde a Terra é regida pelo Arcanjo Raphael, o Arcanjo da Cura, resolvi falar um pouco sobre a vida. Vida? Qual vida? Justamente nesta época de pandemia, onde estamos nos protegendo e batalhando em pró da vida. Temos um espaço de tempo entre morte e nascimento, o qual não podemos deixar de dizer que é :Vida. Mas, vamos falar sobre a vida entre o espaço de tempo entre o nascimento até a morte. Espaço nos dado por Deus, para entendermos um pouco sobre nós mesmos, sobre o mundo que nos cerca e sobre o Cosmo. Como vida é movimento, executamos este movimento na nossa luta diária, diante dos afazeres que nos propomos e dos afazeres que nos são impostos pelo social. Nossa vida antes da Pandemia, como todos dizem, estava muito corrida. Muitos haviam perdido o ritmo harmônico da vida, se acumulando em atividades impostas pelo social, esquecidos de traçar seus próprios objetivos e tarefas essenciais para o desenvolvimento como pessoa e família. No desequilíbrio acelerado do tempo, esquecemos, de nos questionar sobre os valores e a importância de nossas ações e da importância sobretudo do que deixamos de fazer, por falta de tempo. Nosso corpo físico é o reflexo da nossa Alma e reflexo do Eu. Sabemos que o físico, necessita do sono, da alimentação, do descanso, tudo no seu ritmo biológico. Caso a gente saia fora deste ritmo ele adoece. Assim o é para os outros corpos. Cada qual necessita de tempo para observar, conhecer e praticar o seu próprio ritmo, afim de não adoecer: Emocionalmente, animicamente e fisicamente. Esta epidemia: Corona vírus, como o próprio nome diz, veio a coroar duas forças enormes de contra poderes, arrebatando ferozmente milhares de pessoas sobre a terra. Estas forças foram necessárias para a formação Terra, mas só através do reconhecimento e respeito pelas duas potências, o Homem conseguirá se colocar no centro desta Balança: Vida, juntamente com a força Cristica, sustentar e equilibrar estas energias, em favor de si próprio e de toda a humanidade. Que Raphael, juntamente com o Cristo Ressurrecto, nos dê sustentação, força e fé, afim de atravessarmos esta grande prova. Todos nós propondo a praticar nossas vidas, num ritmo mais sadio para nós mesmos, nossas famílias, sociedade, mundo e cosmo. Que o sacrifício e amor de Cristo, nos una para sempre. Boa Páscoa. Jane Baruki Ferreira.

domingo, 8 de março de 2020

Mulher-2020

Mulher Sou a Lua quando sinto, Sou o Sol quando penso, Sou a Terra quando decido, Sou a Chuva quando choro, Sou o Ninho quando acolho, Sou a Brisa quando sorrio, Sou a Semente quando procrio, Sou a flor quando acaricio, Sou o Sal quando cozinho, Sou a Inspiração quando escrevo. Sou a Felicidade quando me dedico, Sou a Liberdade quando ensino, Sou a Paz quando organizo, Sou simplesmente o Amor Divino. Sou tudo isto, porque sou: Mulher. Parabéns à todas mulheres. Jane Baruki Ferreira