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segunda-feira, 14 de outubro de 2019

Entrega da Placa-Destaque Cultural - Corumbá


Obrigado  meu irmão  José  Toufic  Baruki ( Zuza)
E minha sobrinha Suzana, por participarem da comemoração em  meu nome.
Fui muito bem representada.
Carinhosamente
Jane

sexta-feira, 11 de outubro de 2019

Destaque Cultural-2019

Destaque Cultural-2019-SESC- Corumbá-MS

Obrigado à todos os amigos que curtiram e comentaram a minha postagem. Esta semana, um aluno de apenas 10 anos, que leu algumas poesias minhas, me petguntou: O que vc sente ao escrever poesia? Respondi, primeiro eu sinto e vivo o conteúdo, depois eu escrevo. Também me perguntou: Como vc sente em ganhar um prêmio? Respondi: O prêmio é o reconhecimento das pessoas, que acham que o que escrevi é importante. Mas, o mais importante para o escritor, é saber que o conteúdo escrito por ele, foi lido e entendido. 😘🌷

segunda-feira, 7 de outubro de 2019

Inauguração da Sala do Poeta- Corumbá- MS

Mais uma surpresa agradável da vida. Linda matéria no Jornal Correio de Corumbá sobre a inauguração da Sala do Poeta, ocorrida no dia 30 de setembro. Constando na reportagem uma parte da minha poesia: Corumbá. Obrigado Jornalista Rosildo Barcellos . Site: Correiodecorumba.com.br

quinta-feira, 26 de setembro de 2019

Época Michael - 2019


Época Michael- 2019
Síntese da conferência – Israel Franco Ferreira. - 2004
O que vem a ser significativo para nós esta época do ano, do nosso Curso de Vida?
O que busca o Homem quando se lhe intensifica a instância de no curso do ano ir ao encontro a sua busca, por um conteúdo que realmente lhe preencha a Alma com substância verdadeira?
Isto, prezados amigos é o sentimento da substancialidade espiritual que lhe realimenta a Alma, neste período do Alto Verão, é o manifestar de Michael se aproximando e tocando a Alma dos homens, despertando-o com o poder da sua essência, o Ferro Sideral, impregnando o sangue do Homem. Este ferro Sideral  vem do Cosmo Terra à dentro e que o Homem poderá perceber quando estiver apto na sua ultrasensual percepção, em coletar a realidade presente em torno deste acontecimento.
                                “ OH!  HOMEM
                                         ( Rudolf Steiner)
                 Tu o formas para teu serviço,
                 Tu o revelas segundo seu material valor
                 Em muitas obras tuas.
                 Isto te será benção, todavia só então,
                  Quando a ti se revelar
                 De teu espírito a alta potência.”

Quando me devo confrontar com seriedade diante da minha própria vida?
Sempre.
Para isto requer estar atento no que me compete como homem, por tudo aquilo que em mim vem a fazer parte e que uso como matéria em contínua transformação. Saber devo, o que subjaz em todo conteúdo de substancialidade que transpassa pelo meu habitual uso, pois ela traz em seu conteúdo potência contida.
Devemos aqui então considerar que a humanidade, o homem é o centro  de toda esta construção deste Cosmos .E qual o princípio que o Homem deve saber, para se elevar neste Princípio. Princípio do que? através do poder do nível de atividade da própria consciência. No turbilhão de atividade desta consciência, das imagens que se manifestam através deste movimento dessas imagens, que vem de encontro ao homem.
Este turbilhonar de imagens, neste calor de movimento é que se revela a realidade do mundo de fenômenos que o cerca. Este mundo sensível traduz onde ultrasensual percepção toca no sensacionar dos Deuses. Nossa predisposição de angariarmos o que por princípio deste nível de consciência, temos que desafiar o medo que brota no inconsciente, que no presente nos desafia a permanecer íntegros, futuro à dentro.
O medo da doença, o medo da morte; recuperar, restabelecer o que com o tempo nos foi perturbado através da evolução, é o grande desafio do homem vencer e pela sociedade para mais usar o Homem pelos poderes obscuros, não perceptíveis, eles são reais,, eles são Deuses.. O nível dos contra poderes não são superiores ao Homem, porem, este  medo faz do Homem seu próprio escravo. Cria-se entre o Homem e este outro poder (medo), poderíamos assim chamar o Dilúculo comparativo, é um conceito de um acontecer do Homem diante deste desafio, “Potências agindo”, funciona este confronto assim: o Homem frente ao seu desafio, duas unidades competindo,, seria como dois Deuses se exercitando para comprovar sua astúcia, sua sabedoria, seu poder, assim como nas guerras Gregas, em que Deuses se punham a prova de seu poder através dos homens. É um processo do reconhecer, de transpor seus próprios temores, dúvidas.
Neste confronto, estão aí se manifestando, numa busca de integração de unidade, os 4 corpos do Homem a nível da 4ª Incorporação Terra, num desafio de oportunidade para o Homem se auto reconhecer em sua potência e vencer seu “Original Medo” da mortalidade, pois a morte é um grande desafio que impulsiona o Homem para a vida. Concentrar aí o Homem como potência  de sua grande  Obra.
Nossa época é a ultima etapa de concentração desta potência como forma.. Nós temos na duração de potência Terra o Espaço crítico e quando acabar este espaço de duração, Ela a Terra se dissolverá e o Homem faz parte desta duração, desta potência e Ele deverá proceder nele esta transformação no tempo e no espaço a partir do seu corpo físico.
O Homem faz parte desta potência Terra, Ele também tem que fazer em si esta potencialização, vencer a ilusão em que vive mergulhado. Isto é possível somente através dos sentidos e a reconhecença ultrassensual.   O Homem possui os Sentidos porque os Anjos produzem este acontecer nele.

Nesta comportância, trocam energia Potências, Michael recebendo do Homem através dos Raios azuis de sua visão, a vontade; e de Michael recebe o Homem o Forte Querer através dos raios amarelos avermelhados do seu poderoso Forte Olhar.
Esta é a Esperança destes Regentes aguardando recepcionar os Homens na Mansão Estelar.
Abençoada Festa Michaélica!
Jane Baruki Ferreira


quinta-feira, 19 de setembro de 2019

Parabéns! Corumbá - 241 anos

Corumbá
 Terra distante do meu espaço físico,
 Mas...tua imagem sempre viva.
No canto dos passarinhos,
 E em tudo que trago comigo.
 Ao degustar uma manga,
 Sinto o teu sabor.
 No cheiro do tarumã,
 Sinto o teu odor.
 Teu céu exuberante me acorda,
E minha alma transborda.
 Saudades de coisas mil,
Preâmbulo pela cidade, ainda juvenil.
 Quantas pessoas hospitaleiras e amadas,
Aqui no peito guardadas.
 Amizades conservadas,
Muitas alegrias eternizadas.
 Que tua beleza e potencial,
 Desperte a consciência e querer.
Lutar  com ideal e crescer,
 O bem estar para todos do Pantanal.

Neste novo ciclo, desejo que as aspirações dos conterrâneos corumbaenses  sejam concretizadas em realdade.

Jane Baruki Ferreira

terça-feira, 20 de agosto de 2019

1º Ano fora de Casa



Capítulo II
1º- Ano fora de casa- Estudos em Lorena.
Terminei os estudos em minha Terra Natal vim para o interior de São Paulo completar a Formação de Psicóloga.
Pela 1ª vez deixava o meu lar, onde toda a minha vida girava sobre a casa de meus pais. Afastada estava de tudo que considerava sólido, resistente e seguro. Era a hora de colocar em prova, os conteúdos de vida, recebido teoricamente.
Longe do seio materno onde tudo emanava vida, chegado era o tempo de prover tudo de mim a fora. Cortar o cordão umbidical dos meus ancestrais e tornar-me como ponto de referencia.
Inicialmente quando a insegurança batia, mal podia engolir a refeição e quando o fazia, ela mal digeria.
Estava sendo objeto da minha própria observação e avaliando o quanto os problemas físicos são efeitos do estado emocional.
A maioria das doenças quando se tornam físicas elas já passaram: primeiro por disfunções espirituais, depois por disfunções anímicas, em terceiro passo por disfunções etéricas e finalmente disfunções físicas.
O que deveria se perguntar primeiro à um paciente quando este apresenta um disturbo físico?
Quando este processo começou? O  que aconteceu  de doloroso nesta época?
Se for um pouco sensível, o Terapeuta perceberá o que o paciente está sentindo, tanto a nível físico, etérico, anímico e espiritual e entenderá que, provavelmente o fato doloroso ocorrido em tempos passados, desencadeou  os sintomas do presente.
Aos poucos e dolorosamente fui rompendo o cordão umbidical. Necessário se fazia, pois já estava naquela época com 21 anos, a 3ª etapa septezimal, quando normalmente ocorre no ser humano o nascimento do Eu.
Todo o indivíduo ao nascer se desliga apenas fisicamente do corpo materno. O bebê continua uno com a mãe nos demais plexos (corpos): etérico, anímico e espiritual.
Daí a importância de todo aconchego materno. Aos sete anos, com a perda dos dentes de leite, a criança expurga tudo o que ainda restava de orgânico recebido dos pais. Assim, ocorre o nascimento na criança do plexo (corpo) Etérico.
Aos 14 anos, na entrada da adoslecência, com o despertar das emoções, ocorre o mesmo: nascimento do plexo (corpo) Anímico. Aos 21 anos com o despertar do Eu, ocorre o nascimento do plexo (corpo) Espiritual.
Quando este rompimento do cordão umbidical não ocorre, o indivíduo não consegue fazer de si mesmo o seu ponto de referência. Isto é traçar seus próprios objetivos internos e externos. Torna-se uma presa fácil da mídia, seduzido pelos falsos valores, massificado. Dificilmente consegue se entender, fica eternamente insatisfeito, consumindo o que lhe é oferecido e sendo consumido por si mesmo.
 É essencial tomarmos consciência desta lei de causa e efeito, respeitá-la para não sermos vítimas dos nossos próprios desejos, sentimentos e ações.
Nesta idade, quase não percebemos a força e efeito desta Lei, pois todas as ações que praticamos têm seus efeitos imediatos.  Só depois dos 35 anos, caso não tenhamos pelo ao menos formado um vislumbre da nossa própria identidade, é que começamos a sofrer as consequências físicas e psíquicas dos códigos vivenciados e não decifrados do período vivido dos 14 anos até os 21 anos. O mesmo ocorre quando chegamos aos 42 anos., nesta idade sobreveem cargas do inconsciente abafado no período dos 7 anos até os 14 anos, e, aos 49 anos surgem as reminiscências do período vivido do 0 aos 7 anos.
Seguindo esta cronologia, encontraremos explicações para muitas doenças tais como: depressão, angustia, gastrite etc, que aparentemente aparecem do nada.
Dando um exemplo prático da força atuante deste conteúdo vivido na infância, é o caso de certos idosos se esquecerem facilmente da maioria dos acontecimentos atuais, mas conseguem conservar na sua memória fatos antigos e relatá-los com todos os detalhes.


sábado, 10 de agosto de 2019

Outdoor - Corumbá-MS

0utdoor Poético
Rua 7 de Setembro  esqui da Rua Dom Aquino.
Obrigado Benedito Gonçalves Lima e.
Coto em ia da pela prima Regina Baruki. Obrigado   pelo apoio e amizade.