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segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Ana Alice Coelho da Silva Baruki, alma juvenil, espontânea,  sempre alegre e companheira que em muitos Natais em família nos alegrou vestida de Papai Noel, para ver e vivenciar o sorriso e felicidade nos olhos  brilhantes das crianças e adultos. Escolheu este dia Glorioso em que comemoramos o nascimento de Jesus para partir e renascer no Mundo Espiritual.
Sabe Ana tem uma entrada da peça natalina que diz assim:
"Nossa entrada  benze Deus,
Nossa saida igualmente.
Benze o pão de cada dia,
Benze a lida e o repouso.
Benze- nos com Santa morte, para que o céu herdemos."
Zuza foi abençoado nesta vida, pela companheira de todas as horas e minutos.
Como mamãe dizia: Ana é a tampa da panela do Zuza.
Você Ana, foi abençoada pelos filhos , Suzana Baruki Correa,  Cláudio Baruki e TouficBaruki.Maravilhosos, ao meu ver super heróis que não mediram esforços para ba
talharem juntos com você o tempo todo.
Teus netos e irmã Rita Silva que te amam.
Querida e amada por toda a família,  desejamos que Deus continue a te abençoar eternamente e que seja recebida com toda a Glória nos reinos dos Céus.
Aqui ficamos com o vazio da sua presença  e de muitos outros entes queridos que agora são  seus companheiros no mundo Espiritual.
Obrigado Senhor por ter convivido
com a Ana .
Muitos bjs.
Jane

sábado, 10 de dezembro de 2016

Natal-2016


As Mãos

Será que paramos algumas vezes para pensarmos sobre o nosso corpo?
Por exemplo: as nossas mãos.
Desde muito cedo escuto os estudiosos falarem que as nossas mãos são: a imagem do homem do futuro .
Pensando bem, nelas estão contidas todos os pontos correspondentes de todos os órgãos do nosso corpo.
Em nossos membros, pernas e braços estão contidos o poder da nossa vontade.
Nos membros inferiores estão registrados a vontade do passado.
Os membros superiores registram a vontade do presente.
Esta vontade estimulada pelas atividades manuais, fortificam  a nossa vontade do futuro.
Aí se encontra a magia energética da criação.
Conforme a utilização desta força energética contida em nossas mãos, criamos um futuro saudável e positivo para nós mesmos e outros, pois cada ação que realizamos com as nossas mãos estimulamos e trocamos energia com todos os nossos órgãos internos, com o próximo e com o Cosmo.

Assim Deus criou o Homem, através da sua vontade e mãos.

Pegou um pouco de amalgama e disse:
“Faça-se o Homem a minha Imagem e Semelhança”.
Neste Natal, desejo que todos vocês caros leitores, parem e observem as próprias mãos.
Pensem o quanto as utilizam e como as utilizam. O  quanto de Bom, Belo e Verdadeiro elas criaram e criam, transmitiram e transmitem,  receberam e recebem.
Que a cada ano aprendam a renovar e manter esta energia que fluem através das mãos , ressoando assim da terra ao Cosmo a Imagem Original da Criação: A LUZ
Um Feliz e Abençoado Natal à todos
Jane


sábado, 3 de dezembro de 2016

Felicidade


Felicidade

Ontem escutei  o vídeo do historiador Leandro Karnal , uma palestra sobre felicidade.

Sobre esta onda que percorre pelos meios virtuais que devemos ser sempre felizes.

Concordo com o palestrante, que é natural estarmos tristes pela doença ou perda de um ente querido, pela perda de um emprego, um desentendimento ou uma catástrofe social .Que devemos aproveitar estas situações para pensarmos sobre o fato em todos os níveis: físico, anímico e espiritual, afim de restituirmos o estado de ser feliz.

Os ciclos da vida sempre teve um início, um meio e um fim,  assim como o dia que amanhece e anoitece, as estações do ano que se iniciam e se findam.   Melhor : se transformam em outros dias, outras estações.

As civilizações perfazem o mesmo trajeto.

O que não podemos ficar é estagnados ou numa felicidade constante ou numa dor constante, que ambos sentimentos nos levariam a uma vida artificial.

Quando entro num estado de tristeza muitas vezes sem motivo aparente devo ao invés de cultivar este sentimento negativo, colocar as minhas ideias,  em ordem. Verificar a razão do sentimento, perguntar a mim mesma qual o meu propósito de vida, meu objetivo e minhas atitudes para a realização deste objetivo e de mim mesma.

Focar o fator essencial da minha existência embasando cada vez mais a minha realidade.

Caso contrário estaremos vivendo um egoísmo de emoções que se encerram na nossa própria alma, o que nos deixa cegos para a realidade exterior.

Metamorfose constante

                                   Jane

Tudo passa ...

A maior civilização,a melhor filosofia,

O homem mais brilhante,

A situação emocionante,

A dor mais punjante.

Tudo passa, mas....

O que fica?



Que força é essa que passa de geração a geração?

De civilização a civilização?

Do oriente ao ocidente?

Que impulsiona o homem a lutar?

Amar, batalhar e edificar?



Esta é a força Micaélica, do forte, aquentante, bem querer.

Do novo vir a ser, do Homem do Futuro.

Aquele que tem consciência de si mesmo,

não teme que um dia surgirá em uma nova forma.

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Recebi este video,  gostei e compartilhei.
Observo que é chegada a hora da virada.
Muitos estudiosos, professores e filósofos, estão trabalhando os conceitos das palavras., com  este trabalho levam as pessoas a questionar o seu próprio senso crítico.
Tive um professor na faculdade em 1970 que constantemente falava sobre a importância do estudo da terminologia.
É chegada a hora da conscientização e transformação do homem e do mundo e esta só pode se concretizar a partir do do nosso próprio  entendimento interior, das nossas emoções, tornando- nos um CIDADÃO: cidade- adao, responsável e transformador de nós mesmos e do ambiente em  que vivemos.
Que 2017 penetre em nossas vidas com toda a sua luz, força e energia e nos impulsione para os nossos ideais com clareza e amor.
Abraços
Jane

domingo, 13 de novembro de 2016

Mediocridade


Mediocridade

Assisti o vídeo sobre mediocridade do Prof. Mario Sergio Cortella.  Show de palestra, clara, com exemplos vividos onde ele diz:

”Tem pessoas que dão o melhor de si com as condições que possuem”.

Esta palestra veio a confirmar o que penso a respeito.

Aqueles que fazem o melhor com as condições que possuem, evoluem no aprendizado do dia a dia. São pessoas que com poucos recursos produzem coisas lindas.

Os que não sabem aproveitar os recursos que possuem, estão sempre com a necessidade de comprar, comprar e comprar e deixam de lado o que adquiriram, pois quando conseguem obter o desejado, já estão pensando em adquirir os desejos novos, não dando valor ao que possuem, pois cuidar, conservar exige trabalho, sacrifício (sacro-ofício), capricho.

O capricho consigo mesmo, com o nosso lar, com o ambiente de trabalho, demonstra o nível de harmonia em que nos encontramos.


Vaidade

                   Jane



Demonstrar e sustentar o que não se é,

custa muito caro, paga-se pelo preço.

Vive-se na representação, com medo da repressão.

O receio do manifestar-se impede a espontaneidade.



Crescer em maturidade,

tornar em hábitos os asseios corporais,

cuidar da aparência física, traduzindo em graciosidade

a beleza interior,é o real papel da vaidade.


terça-feira, 8 de novembro de 2016

Recordação-Festival da América do Sul- 2011




Hoje percebi que não havia postado a minha fala na integra do dia do lançamento do meu livro:"O Segredo da Aprendizagem"  em Corumbá .Experiência inesquecível onde senti o calor e vibração de amor de
 todos que ali se encontravam.
Obrigado Secretaria de Cultura de MS e Corumbá pela recepção calorosa.



Festival da América do Sul – Quebra Torto

Começarei hoje lendo uma poesia na qual falo sobre a importância da Educação, razão  de minha tese de vida e do meu livro “O Segredo da Aprendizagem”

 Ontem e hoje

                      Jane

Tempos que se vão,

onde o bigode valia

a assinatura do cidadão.

Nobreza vinha da família,

hoje brota no coração.

Moral e ética eram fatores sociais,

atualmente... frutos individuais.

Ontem despontavam os crescimentos materiais,

agora  afloram as expansões  espirituais.

Por onde começar

para atingirmos tal evolução?

Com certeza só há um caminho,

o da Educação.



Como vocês sabem, sou corumbaense. Sai daqui  há 40 anos, mas sempre retorno a  minha cidade amada.

Sai por motivos pessoais, e pela aspiração de aprender muito mais em outras terras.

Trabalhei como psicóloga em clínicas, indústrias e por decisão própria optei em voltar para sala de aula, pois, conclui que produziria muito mais trabalhando com crianças sendo também que teria tempo para educar os meus filhos e dar a eles a atenção e cuidados importantes, pois para mim, o lar é o porto onde podemos ancorar o barco e nos sentir seguros.

Chocada fiquei ao me deparar com a carência humana nos ambientes de periferia em São Paulo, carência esta que até então não conhecia, pois trabalhei em escolas públicas em

Corumbá, onde as pessoas eram simples, mais tinham o básico no seu conviver social. Nem na época que trabalhei no  Bairro Cristo Redentor no final dos anos 60 quando não havia quase nada lá, encontrei tanta carência .

Então pensei, por onde começar? O que fazer?

Comecei a pensar em tudo que havia recebido aqui, dos meus pais, professores, alunos e amigos. Havia recebido sim um conteúdo religioso, um  conteúdo científico, artístico e muitos exemplos de moral e  ética.

Sempre que buscava aprender algo lá em São Paulo, esse conteúdo me trazia de volta para o embasamento teórico e prático vivido aqui no passado.

Comecei elaborar conceitos pensamentais sobre tudo que havia  aprendido e vivido e verifiquei que  a religião e a ciência  são  necessárias para o ser humano,  mas na época atual  esses conhecimentos isolados não bastam.

Já naquela época, as pessoas me questionavam do porque que eu ás vezes não ia à missa, e eu estava começando a estudar antroposofia então dizia: precisamos Santificar a ciência e cientificar a religião.

Foi quando descobri que a união de ambos  os extremos é possível, e que somente pode ser feita, através da Arte.

Assim, comecei a praticar com os meus alunos, com consciência, muitas atividades artísticas. Isso não que dizer que já não o fazia aqui, sim, pois fui professora de educação física no Jarbas Passarinho, e desenvolvi muitas atividades artísticas lá, mas não tinha a consciência que tenho hoje.

Por isso vim aqui, para conversar com vocês sobre a importância desse encontro

Artístico, da América Latina que acontece  aqui há vários anos .

 Antes de ter o 1º encontro, um amigo em S.P. falou-me que  Corumbá iria se tornar um importante pólo cultural da América Latina. Na época eu discuti com ele, dizendo que  já havia sido.Pois nos anos 40, 50 60 e 70, esta cidade fervilhava em cultura.Tanto que a maioria das minhas amigas e pessoas que eu conheci, ao sair daqui, brilharam por  todas as  partes  do Brasil e mundo, não deixando nada a desejar para com as outras pessoas. Um exemplo vivo é o nosso poeta Manoel de Barros.

Sintetizo esse pensamento nesta minha poesia:

Evolução

                            Jane

Com a prática religiosa,

cultivamos a cienteza moral.

Através do conhecimento científico,

edificamos a inteligência estrutural.

Na arte, encontramos a consciência

e linguagem universal.



Assim desenvolve o homem,

sentindo, per vendo e afeiçoando

o bom, em si e no próximo,

 o verdadeiro, em seu pensar individual,

o belo, em todo o seu ser social.

                                      

Apesar do meu livro falar sobre aprendizagem, ele é um convite para o professor,  pai , terapeuta, pedagogo, trazer para a vida da criança e do adolescente, a Arte, mas, o  cultivo da arte com consciência do que  se está produzindo e aprendendo, pois somente ela poderá preencher o vazio que o homem vive hoje prevenindo problemas físicos e emocionais  e sanar a humanidade da violência .

Sei que Corumbá já é modelo em diversas atividades de educação, respeito e preservação da natureza. Já acompanhei esse fato em diversas reportagens na TV.

Então pergunto a mim mesma:

Por que não ser modelo e referência dessa tomada de consciência  em M.S., América Latina e Mundo?

Parece algo extenso, impossível, mas  nós somos uma esfera que se estende até onde vai a nossa consciência.

E por onde começar?

Pelo dia de hoje, desenvolvendo  no dia a dia a sensibilidade e percepção de nós mesmos e dos que nos rodeiam.

Quando estudei  há 50 anos atrás, no plano de ensino o primeiro passo era desenvolver a motivação do aluno. Hoje, os alunos já estão super estimulados  pelos meios de comunicação, por isso, primeiramente precisamos acalmá-los ,pois se a alma não estiver tranqüila, não se fixa nada .Por isso no meu livro dou sugestões  de exercícios para o início, meio e fim de período.

No capítulo embasamento teórico falo das fases do desenvolvimento humano e os caracteres principais a serem desenvolvidos em cada fase. Por ex:

Do 0 aos 7 anos - desenv.físico, através da imitação( realizado, com muita alegria e prazer).

7 a 14 anos – Etérico -sistema  calórico estimulado   através do seguimento e autoridade (cultivando o sentimento de veneração e reverência como também a  memória).

14 aos 21 anos- Astral- desenvolver o senso de beleza, arte e ética – através da música, teatro, poesias. Tenho escrito várias poesias que estão no meu blog que podem ser aproveitadas para um trabalho de classe nessa etapa (Por ex: a poesia Preconceito -recebeu menção honrosa no concurso de Antologia Poética Nacional).

21 aos 28 anos- desenvolvimento do EU- Pensar – trabalho com as palavras, para a compreensão interna da fala.

No capítulo “A forma viva da Fala”, descrevo a importância que a mesma possui  no relacionamento  humano :  pai x filho, aluno x professor, amigo x amiga, patrão x empregado etc..

Falo também sobre alfabetização, através da Eurítmia. São movimentos rítmicos da fala.

Sobre a forma orgânica da multiplicação, exercícios de relaxamento  e produção de texto, e um pouco do que acho importante ao trabalharmos história, geografia e ciências.

Descrevo tudo de uma forma simples e completa para o professor, pai ou terapeuta questionar e aplicar no seu dia a dia.

Fico a disposição para qualquer leitor dialogar e esclarecer comigo através do email  que consta no livro.

Poderíamos rapidamente realizar juntos um exercício, mas o tempo é curto e,...Para finalizar lerei a poesia  da minha autoria:




O Flamboyant  da minha cidade

                                                 Jane                                        

Eram muitos espalhados pelas ruas da cidade,

assim como muitas famílias e amigas.

Hoje reina quase sozinho a beira do rio,

com suas flores a enfeitar verdes colinas.



Assim como o tarumã, sapoti e o jatobá,

Quase todos saíram de lá.

Como o próprio nome condiz: coração-distante,

parece ser o destino de Cor-umbá.



Cidade que deixou marcas,

desde a época das monções.

O calor como um raio de saudade,

dentro de milhões de corações.



Só você flamboyant permanece viçoso, imponente a contemplar,

o por do sol deste céu brilhante de mil cores a matizar.

 E em nossa alma preso na saudade,

desperta o encanto juvenil de um feliz viver.



Blog:

http://janocca.blogspot.com

Dia do aposentado

Parabéns! aposentados,que lutaram e deram de si ao país e hoje vivem com dignidade com a aposentadoria, apesar de pequena.      Vejo ¨na TV os que se gabavam no poder, com a melhor roupa, esbanjando e roubando o dinheiro do povo, das crianças, dos velhos e doentes e quando a máscara caiu se tornaram lixo humano. A Alma destes, fede tanto que exala por todo o seu ser.Desde a forma de caminhar, até o seu olhar.
Me pergunto: Valeu a pena  ?
Fora toda a desgraça que estão vivendo em família e que repercutirá até a 4a  geração.
Dignidade
                     Jane
Vivemos numa sociedade,
posição, status ainda tem muito valor.
O que enobrece o homem,
não é a sua titulação ou função.

O que dignifica a vida
é  a forma como ela é vivida.
Cada qual em seu labor,
desempenhando,  com  devoção e amor.

É chegada a hora de superarmos as dificuldades,
 -submissão, depressão, agressividade...
Sublimarmos em dignidade,
elevando-nos à liberdade e a felicidade.

A vida é muito rápida,
comparada com a eternidade.
Como se fosse um mergulho,
dentro da efemeridade.