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sábado, 24 de março de 2018

Comentário -livro. Prelúdio para o Despertar.

Jane minha querida, li o seu livro e simplesmente amei.Gostei muito de Anos dourados o qual me remeteu à minha adolescencia o Entardecer em Corumbá, O Flamboyant da minha cidade , Mudanças, Corumbá, enfim gostei de todos. Porém emocionei me com Nicoly., lindo demais ,como boa avó e coruja pensei em minha neta.. Parabéns pelo lindo livro.

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MIRES Oliveira da Conceição 

sexta-feira, 16 de março de 2018

Páscoa - 2018


Páscoa – 2018
Durante 15 anos, meu marido Israel, proferiu palestras sobre as Festas do Ano.
Enquanto ele explanava o significado das festas, servindo aos amigos conteúdos anímicos e espirituais, eu servia o alimento para o físico, como poesias a serem degustadas.
Tudo preparado com muito carinho e amor.
Até que me vi penetrando em uma nova fase, transcrevendo tudo o que vi, ouvi e vivi nestes anos de aprendizagem.
Assim é a vida, composta por fases.
Hoje tento transmitir o que ficou como conceito, imagem formada,  que ludia em minha Alma e Consciência quando despertada por um estímulo externo ou motivo interior.
Páscoa: Arcanjo Raphael, Arcanjo da Cura, que possibilita através do equilíbrio da alimentação física e espiritual a tomada de consciência pelo Homem do seu Eu.
Que Eu é este? Que consciência é esta?
Este Eu, que só pode ser dito a si mesmo é tudo aquilo que sinto, penso e quero no respelhamento da Imagem do Pai, Filho e Espírito Santo como: “Imagem e Semelhança”.
Este Eu, um ponto luminoso em forma de esfera, deseja sempre envolver a  nossa consciência trocando com a Consciência do Supremo.
Todo este processo mágico só é possível através do sangue, ele é o responsável por cada Homem tomar a consciência do próprio Eu.
Cristo derramou até a sua ultima gota de sangue para a Salvação da Humanidade.
Permita-te percorrer em tuas veias o Sangue de Cristo.
Bendita Páscoa.
Jane Baruki Ferreira

sexta-feira, 2 de março de 2018

Mulher - 2018


Mulher- 2018
Até os anos 50 do século passado, (estranho dizer do século passado, mas somos uma geração dos anos 1950 etc..) as mulheres  tinham uma função mais passiva, cuidava da casa, do lar, do marido, dos filhos etc. Tanto que  o magistério era um curso considerado: espera marido.
Os anos foram passando, o mundo acelerando e as mulheres empurradas a https://www.facebook.com/100003172210351/posts/2097852543663799/?sfnsn=mo  funções cada vez mais ativas na sociedade. Estudaram cada vez mais, saíram cada vez mais para o trabalho,  ocuparam cada vez mais cargos de chefia, enfim produzem cada vez mais socialmente.
A minha observação externa é que: a mulher se destaca cada vez mais  na sua execução exigida pelo social.
O meu questionamento interno é: Como estas mulheres se sentem atualmente?
O seu emocional acompanhou toda esta mudança física e social?
Houve uma transformação integral no sentido de ser mulher? Ou o excesso de trabalho está corroendo e esgotando a capacidade original do gênero: Mulher?
Nunca deveríamos deixar de cultivar em nós a sensibilidade que nos é inerente, do observar, aprender e dialogar os conteúdos pessoais conosco mesma e com todos que nos rodeiam: a natureza, os pais, os amigos, o companheiro, os filhos os funcionários etc.., pois só assim poderemos, nós mulheres preservar a nossa espécie. Caso contrário:  sucumbiremos.
Lembremos sempre: Uma flor para brotar e florir em forma de rosa, margarida etc..., faz-se necessário que toda a energia concentrada no interior da semente, se transforme,  se transforme cada vez mais, para que a planta se mantenha saudável e venha a florir.
Lindo dia das mulheres para todas nós.
Jane Baruki Ferreira

domingo, 25 de fevereiro de 2018

A beleza da Natureza

Hoje ao sair de casa, observei uma Rua cheia de árvores. Dentre elas uma chamou muito a minha atenção.
Era um Ipê  Rosa toda florida, muito, muito linda mesmo.
De imediato senti a vibração que se emanava dela em minha direção.  Então pensei: Como aquela árvore  era viçosa   era nítida a diferença  entre as outras da mesma espécie, da mesma idade e no mesmo solo.Quantum de energia ela esbanjava com a beleza e frescor das suas flores. Ao pensar e sentir  aquela árvore o meu corpo e a minha alma entraram na mesma sintonia e frequência  identificando- nos como criação  Divina.
Assim é  a natureza, aquele que segue o seu ritmo natural, tem a consciência  de quando é  chegada a hora do florir, como as quaresmeiras todas floridas nesta época  da quaresma enfeitando como uma alameda em flor a Rodovia dos Imigrantes.
Boa semana

Jane Baruki Ferreira.

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Queridos amigos do face e blog.
Estou muito feliz com as leituras das minhas crônicas.
Sou muito grata pelos comentários recebidos, pois manifestam a identidade de valores.
O Google me informou que só  hoje recebi 105 visitas no meu blog a maioria dos Estados Unidos.
Nos últimos 3 meses foram feitas 940 impressões de textos.
Com  18. 270 visitas.
Pena que poucos  comentam.
ficaria satisfeita em responder.
Não costumo publicar as minhas poesias, os interessados em ler e refletir sobre elas sugiro
que entre em contato  com o meu email:
janebferreira@gmail.com

Através  do reencontro da sabedoria, renovamos o Amor pela vida.
Jane Baruki Ferreira

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Recordações: Carnaval de Corumbá

                                                     Recordações: Carnaval em Corumbá
Hoje vou escrever sobre algumas recordações do carnaval da minha terra e de centenas de Corumbaenses.
Compartilhei,   o vídeo da Lu Barreto no face book, onde ela apresenta a demonstração do carnaval de Corumbá no Shooping de  Campo Grande. 
A amiga Sandra de Fátima Amaral Cunha, comentou o vídeo postado no face book, dizendo:” Obrigada Jane por compartilhar, momentos de saudades.”
Ao ler o comentário que a querida amiga  Sandra fez, turbilhoes de imagens surgiram em minha memória e uma emoção infinda tomou conta de minha alma. Imagino que o mesmo tenha ocorrido com centenas de corumbaenses que viveram estas emoções na infância e juventude, e por algum motivo, construíram suas vidas fora do torrão natal.
Sei que hoje o carnaval de Corumbá é comemorado com muitas atrações, desfiles, shows, bailes nos clubes, corso, bailes infantis nas praças, etc. a alegria reina quase  uma semana e toma conta por inteiro da cidade.
Mas, a gente gosta sempre de dizer: Na minha época era melhor, pois vivíamos naquela época com toda a nossa fantasia ingênua.
 O carnaval de Corumbá, um dos mais antigos do país era considerado naquela época o 2º melhor carnaval do Brasil,  em 1º lugar  estava o Rio de Janeiro.
Lembro-me que desde muito pequena, meus pais nos levavam ao Corumbaense Futebol Clube, nos bailes infantis, depois, íamos para a  Avenida , assistíamos  os desfiles das escolas de samba e os Cordões.
Naquela época o carnaval era mais simples, não havia as arquibancadas, mas a alegria que reinava era a mesma.
Adorava tudo principalmente os cordões: Sim os cordões: “Cravo Vermelho e Paraiso”.
Eram blocos típicos, com ritmos de músicas da época do Império, com rainha, rei, princesa, príncipe, toda a corte com suas damas e servos. Hoje entendo do porque desta paixão. Na minha fantasia acho que revivia a época da realeza.
Esta comemoração típica, só, vi e vivi em Corumbá, nas minhas andanças não o encontrei em lugar algum. Ela se mantem até hoje e ao meu ver, deveria se tornar Patrimônio Histórico.
Mais tarde na adolescência frequentávamos o Riachuelo e Corumbaense, nos bailes que se estendiam desde a sexta feira com o Baile do Havaí até a 3ª de carnaval.
Brincávamos e convivíamos com aquela alegria sadia. Nossos pais nos acompanhavam até o clube. Só com mais idade íamos com o meu irmão Márcio e amigas. Fazíamos o trajeto todo a pé, caminhando, batendo papo, pois tudo era,  seguro e tranquilo.
Com o tempo comecei a observar e não entender do porque certos jovens necessitavam beber para ficarem alegres. Não conseguiam ficar alegres por si próprios? Seria uma forma de descarregar as revoltas, frustações ou timidez?
Mas, mesmo assim os bailes eram bons. Trago na memória centenas de amigas que participavam conosco da festa. Seria quase impossível enumerar todas, cometeria um erro enorme deixando alguém de fora.
Naquela época esperávamos ansiosas pelo desfile dos blocos. Blocos que contagiavam todos com o seu ritmo forte, musica e animação, Tais como: “ Flor de Abacate”  e  “Bola Preta”.
O meu preferido sempre foi o  “Flor de Abacate” seu Hino marcante agita todos até hoje.
Fiquei emocionada ao saber que a saudosa Darcy Ferri será homenageada este ano. Ela e sua família maravilhosa,  são os organizadores deste bloco. Convivi muito com esta família, pois a sua irmã mais velha, querida e saudosa,  Noemia (costureira) trabalhou com os meus pais por muitos anos, desde quando eu era pequena. Noemia sempre carinhosa me atendia quando eu pedia para ela fazer os cachinhos nos meus cabelos.
Parabéns! Saudosa  Darcy, você dedicou uma vida aos jovens de Corumbá.
Outro amigo a ser homenageado neste carnaval: “Tanabi”. Lembro-me muito bem quando chegou a nossa cidade. Veio a convite de um muito querido e saudoso amigo : “Carlos Lopes”. Gostou, criou laços e se erradicou em nossa cidade, hoje com a esposa “Katia”  (minha amiga desde a infância), filhos e neta.
Parabéns! Tanabi por tudo que fizeste pela nossa:  Corumbá.
E assim termino o meu relato, vivendo em comunhão com centenas de corumbaenses imagens claras fixadas na memória e emoções intensas esculpidas na alma, despertadas por um som:
“ Flor, flor, flor, carnaval já chegou”.
Abraços saudosos
Jane Baruki Ferreira