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sexta-feira, 12 de outubro de 2018

Criança-2018

Dia da criança
Hoje dia da criança, dia de agradecer a criança que fomos e que somos.
Minha vida foi e é  sempre  pautada e preenchida com o amor e amizade das crianças.
Ressoa em minha alma a lembrança da criança  que fui, em companhia de meus irmãos,  quando brincávamos no quintal de casa: "Irmãzinha vem dançar ".
Adorava quando meu irmão  Márcio cantava e fazia a gente dançar.
Minhas primas e amigas vizinhas, quando brincávamos no quintal das casas, na pracinha ou na calçada: de procissão, de cozinhar, de pega pega, 7 Maria, pula corda,batata quente, estátua, anelzinho, roda etc..
Com alegria trocávamos respeito, conhecimento e principalmente : vida.
Meus primeiros  alunos do GENIC, com eles aprendi a alfabetizar. Crianças  lindas e Afetuosas.
Depois todos os meus alunos das escolas que trabalhei. Como me ensinaram bastante.
As crianças  especiais das quais tratei. Especiais, pois cada qual transmitiam o seu afeto e agradecimento de forma muito especial.
Meus filhos e sobrinhos , que foram e são  lindos por dentro e por fora. Sempre valorizaram os princípios nobres recebidos.
Meus netos, benção  de Deus.
Continuam  a manter esta minha criança  interior que ainda pulsa com toda intensidade a cada encontro nosso.
Obrigado  Deus, obrigado vida.
Que o nosso país  possa dar condições para que toda a semente criança floresça  e enfeite cada vez mais este país  lindo que é  o Brasil.
Como constatação  da importância  do ser criança  em minha vida, este dia é  marcado com a festa do nascimento do meu primogênito: Raphael Baruki Ferreira.
Para ele  dedico esta  poesia.

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sábado, 18 de agosto de 2018

Nossas Origens


Africa
                                           Nossas Origens
Queridos amigos,
Hoje quero contar-lhes sobre um acontecimento que movimentou muito a minha Alma.
A celebração da minha família dos 100 anos no Brasil.
Sei que muitos de vocês têm histórias,  semelhante, pois são filhos e netos de imigrantes que partiram para a América, terra que corria ouro e mel.
Imagino o quão doloroso foi deixar para trás família, pai e irmãos numa terra distante. Digo pai, pois a mina avó: Saíde,  faleceu de febre amarela durante a 1ª guerra mundial.
Lembrei-me de muitas histórias que meu pai contava. Do sorvete no gancho, do Rio Bardouni,  onde gelavam as bebidas, da escola onde estudou, pela manhã em árabe e a tarde em francês onde aprendiam uma profissão, a do meu pai era : Carpinteiro.
Durante a 1ª guerra, tinham que ir durante a madrugada colher figos, tâmaras e matar um carneiro, que escondiam no porão da casa para poder alimentar a família, pois observavam os soldados que passavam pelas ruas, muitas vezes mastigando a sola do sapato para enganar a fome que sentiam.
Como é triste a guerra. Imagino  como sofriam com aquele frio rigoroso. E pensar que esta situação se repete até hoje.
Imagino a tristeza e o sofrimento do meu pai e tios que tinham que marcar hora para se comunicarem com os familiares do Líbano nos anos 70, devido a guerra civil.
Sofrimento e vazio preenchido com o amor pela esposa e filhos.
Interessei-me em verificar se a família no Líbano é tão numerosa quanto a do Brasil.
Sei que a tia Mary, se estabeleceu em Pindamonhangaba,  onde teve 6 filhos: Georgeta, Jorge, Angélica, José, Jamil e Aberto. Tiveram filhos e netos e formaram uma grande família.
Convivi com todos quando vínhamos de férias. Meus pais faziam de tudo para proporcionar a nossa convivência com a família.
Fui então pesquisar sobre a família da tia Rosa e Anice, “as que ficaram no Líbano”. Descobri que é imensa também, o que me deixou encantada.
A tia Rosa teve 7 filhos: Suad, Anis, Sami,  Zaki,  Hani,  Nuhad e Fayes.
A tia Anice teve 6 filhos: Wadir, Jan, Jorge, Josefine, Jorgete e Fuad.
Todos tiveram filhos e netos.
Hoje rendo a minha homenagem a todos vocês.
Mesmo na distância, acompanhamos as histórias de família e temos orgulho, assim como o nosso pai sempre teve: “Da nossa Origem”.
Sinto todos, presentes em meu coração.
É chegada a hora de conhecermos e religarmos à nossa gênese, afim,  de amarmos o mundo como um todo.
Abraços afetuosos
Jane Baruki Ferreira

sexta-feira, 27 de julho de 2018

Em que mãos estamos?

Em que mãos estamos?
Cheguei de viagem ontem e tive que reclamar os meus direitos para 3 operadoras de telefonia.
Na  1a  a Net eu já  havia me desligado desde meados de junho.Quando liguei reclamando a não retirada dos aparelhos marcada para o dia 4 de julho me informaram que meu contrato estava ainda ativo. Como? Se eu tenho todos os protocolos e as datas do cancelamento e portabilidade do número  do  telefone. Tive que dar à  funcionária os números correspondentes
 para ela verificar o cancelamento e remarcar a retirada dos aparelhos. Se eu não fosse organizada, iram me cobrar a mensalidade.
A 2a reclamação  foi com a Embratel.Recebi uma cobrança  de adesão  e um telefonema.
Telefonema este que ao perceber que havia usado o 21  desliguei sem completar a ligação.
Isto é: O tal telefonema nem se completou. Anularam a fatura.
A 3a foi com a OI. Enviaram ante ontem um torpedo me colocando e cobrando a taxa de um pacote que nem pedi.Dando um prazo de 24 horas para eu cancelar. Como? Se eu estava viajando, quase sem inter net, nem havia percebido o torpedo.Que absurdo!
Restituiram  no ato a cobrança  feita de algo que não pedi, muito menos  havia percebido devido falta de inter net.
Que vergonha.
Escrevo para chamar a atenção  do povo.  Tenham tudo anotado e prestem bem atenção
Nas suas faturas e créditos de celulares para não serem lesados.
É caso isso ocorra, reclamem de imediato afim de recuperar os seus direitos.
Jane Baruki Ferreira

quinta-feira, 19 de julho de 2018

Aconteceu em Corumbá - 2018


Aconteceu em Corumbá - 2018


Mais uma reunião de família com o Torneio de Taule, Aniversário da Terezinha e Lançamento do Livro: "Baruki" - 100 Anos de História.
Era para ser um jornal, e no final tornou-se um livro.
Esta obra foi organizada pelas professoras Terezinha Baruki, Regina Baruki Fonseca e o jornalista Nelson Urt.
Nele está contido síntese da história dos 3 irmãos: Amin Baruki, Wadih Baruki e  Toufic Baruki, narrada pelos filhos e netos.
Este livro tornou-se uma sinfonia e herança valiosa. Legado ad eternum aos nossos descendentes.
Proporciona uma visão completa da história e de todos os membros da família.
Como descreveu muito bem, Lúcia Helena:
"Uma noite de encantos, encontros e muitas emoções.
Cada detalhe, cada momento, cada palavra, cada abraço".
Formou-se um único movimento como um redemoinho  dos antepassados e descendentes.
A Harmonia foi tão abrangente que pela 1ª vez os vencedores do Torneio de Taule foram:
1º- Lugar: Luiz - filho do tio Wadih
            2º  Lugar: Guilherme - bisneto do tio Amin
                3º Lugar: Márcio Jr.-  neto do meu pai Toufic.
Cada vencedor de um ramo e de uma geração.

A cada encontro, intensamente significativo, renovamos os nossos laços de amor e amizade.
Jane Baruki Ferreira






sábado, 14 de julho de 2018

100 anos Familia Baruki em Corumbá


100 Anos: Família Baruki em Corumbá
Há, 100 anos atrás, foi plantada a primeira semente da árvore Baruki em Corumbá, com a chegada nesta Terra Branca do tio Nagib Baruki, ele veio a convite da tia Sofia Scaff Gattas.
Depois foram vindo aos poucos os outros irmãos: Amin Baruki, Wadih Baruki, Toufic Baruki e por fim Michel Baruki.
O tio Nagib foi o esteio e a coluna indestrutível, que proporcionou a vinda dos outros irmãos.
A Tia Mary Baruki Samahá, fixou a sua árvore genealógica em Pindamonhangaba.
Os outros irmãos: Salim, Rosa e Anice, continuaram no Líbano e os descendentes de todos contribuem até hoje para o crescimento social da sua terra natal.
Vocês já imaginaram o quanto de energia é necessário para que uma semente brote, finque suas raízes na terra, floresça como caule, folhas e frutos?
Sim, é uma energia imensurável. As cinco sementes Barukis, plantadas em Corumbá não mediram esforços nem economizaram suas energias, juntamente com suas esposas: Paula Cunha Baruki, Síria Sauma Baruki, Linda Carone Baruki, Najla Hafez Baruki e Aparecida Simão Baruki, batalharam muito para que estas cinco, árvores crescessem frondosas e espalhassem os seus ramos e frutos para todo o Brasil e exterior.
Eles primaram pelos estudos dos seus filhos e os amaram  intensamente, o que contribuiu para que cada um dos descendentes desenvolvesse o seu trabalho com eficiência contribuindo cada qual para a cultura do seu Lar, Cidade e País.
Assim aconteceu com a 1ª geração,  (filhos) e com a 2ª geração (netos). Tenho certeza que este processo de admiração, gratidão, reconhecimento e orgulho que nos foi passado pelos nossos pais, continuará virtuando com muito amor na 3ª, 4ª e infinita geração.
O exemplo que tivemos, o amor e a sabedoria herdada pelos nossos ancestrais, fortifica, renova, e, expande esta energia em cada descendente, norteando-o sob os princípios éticos e humanístico.
Obrigado queridos pais, por tudo que construíram aqui no ocidente.
Temos orgulho e saudades de todos vocês. Como também, tenho certeza que vocês irão sempre se orgulhar de todos os seus frutos.
Viva! Os nossos pais- 1ª Geração.
Viva! Para nós filhos- 2ª geração.
Viva! Para os netos- 3ª geração.
Viva! Para os bisnetos- 4ª geração.
Viva! Para os tetranetos- 5ª geração.
Jane Baruki Ferreira


Brasil
                        Jane
Terra invejada pelas suas riquezas.
Matas, rios e florestas.
Onde nascemos, crescemos, procriamos e morremos.
Fartura e ciência por excelência.

Nossos antepassados vieram do Oriente.
Trouxeram os conhecimentos, costumes e hábitos antigos.
 Elaboraram e transformaram em o novo,
edificando o país do Ocidente.

Aqui só precisamos continuar,
unidos pelo amor, nos fortificar,
para nossa missão avançar.
Muito amor e alegria espalhar.

Levar de volta ao Oriente,
tudo que construímos e conseguimos,
em igualdade, união e liberdade.
Pois o futuro já se faz presente.
Jane Baruki Ferreira

Vencedores do Torneio de Taule Wadih Baruki
1o- Lugar: Luiz Baruki
2o-  Lugar: Murilo Baruki
3o- Lugar: Márcio T. Baruki
Parabéns! Aos Vencedores.

terça-feira, 3 de julho de 2018

Participação na Revista De Portugal

http://www.carmovasconcelos-fenix.org/revista/eisFluencias/52-Jun18/eisFluencias_Jun_2018_8_52-35.htmlp